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Ranking Global Cities 2020, da Kearney, indica cidades mais promissoras do mundo

  • Nova York é a cidade mais influente e com maior potencial para negócios do mundo pelo oitavo ano seguido
  • Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo são as cidades brasileiras listadas entre as top 151

Ranking Global Cities 2020, da Kearney, indica cidades mais promissoras do mundo

 

São Paulo, 02 de dezembro de 2020 – A Kearney, uma das maiores consultorias globais de gestão de negócios, com mais de 95 anos de trajetória, acaba de divulgar os resultados do 2020 Global Cities Report, estudo anual que mede o desempenho atual e o potencial de 151 cidades para atrair e reter investimentos, pessoas e ideias.

Pelo quarto ano consecutivo, Nova York, Londres, Paris e Tóquio, nesta ordem, encabeçam a lista das melhores cidades do índice global da Kearney. A cidade norte-americana surge como a melhor e mais influente do mundo pelo oitavo ano consecutivo.

Para acompanhar as mudanças globais, este ano, além das 27 métricas que compunham o ranking até 2019, este ano o número de empresas unicórnios (startups privadas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão) e o número de universidades de medicina também passaram a ser considerados. “São dois aspectos que refletem as dinâmicas globais. É impossível considerar uma cidade global se ela não se destaca por questões como empreendedorismo e inovação”, diz Sachin Mehta, sócio da Kearney Brasil. “De outro lado, com o COVID-19, ficou evidente que o bem-estar do cidadão e o acesso ao conhecimento médico e tecnologias podem sustentar ou quebrar uma cidade.”

Com a entrada da métrica de unicórnios, as cidades focadas em empreendedorismo apareceram em melhores colocações em 2020 do que na última edição do ranking. San Francisco, por exemplo, foi a maior beneficiária, angariando nove posições – passou da 22ª para a 13ª cidade mais promissora do mundo. Xangai também saltou sete posições, ocupando o 12º lugar; Munique passou de 32ª para 24ª colocada e Seattle subiu dois degraus, para a 25ª posição.

Brasil

Em sua décima edição, o ranking, que até 2019 incluía 130 cidades, ampliou para 151 o número de cidades analisadas. Com isso, além de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador também passaram a figurar na lista das mais promissoras.

Incapaz de atrair talentos e lidar com a informação de forma a melhor suportar suas atividades de negócio, São Paulo caiu da 33ª para a 42ª posição entre 2019 e 2020. Sua fortaleza continua sendo seu grande volume de atividades de negócio – a capital paulista ocupa o 16º lugar quando considerada apenas esta métrica.

Rio de Janeiro e Belo Horizonte perderam 15 e 16 posições no ranking entre 2019 e 2020, ocupando as 72ª e 113ª posições, respectivamente. Porto Alegre (116) e Salvador 120) não apareceram na lista de 2019. Em 2018, ocupavam 93º e 101º lugares, respectivamente.

Índice Global

O Global Cities Index é baseado em 29 métricas, divididas em cinco dimensões: volume de negócios (30%), capital humano (30%), troca de informações (15%), experiência cultural (15%) e engajamento político (10%).

De acordo com o estudo, a maioria das cidades norte americanas viram um declínio em suas notas de atividades de negócio em 2020, com exceção de San Francisco. Esse declínio acontece no momento em que muitas companhias chinesas ganham destaque e registram maiores níveis de atividade econômica.

Outlook Global

Enquanto o índice global reflete o desempenho atual das cidades, o Outlook aponta quais cidades têm maior potencial para ser a próxima geração de hubs globais. Ele considera 13 métricas em quatro dimensões: bem-estar pessoal (25%), finanças (25%), inovação (25%) e governança (25%).

Este ano, Londres manteve a liderança do ranking. A partir daí, no entanto, todos os primeiros colocados mudaram. Toronto saltou impressionantes nove posições para ocupar o segundo degrau mais alto, conduzida pela inovação e a manutenção de uma forte governança. As altas pontuações de Tóquio em bem-estar pessoal a levou do 6º para o 4º lugar, e Abu Dhabi saltou 13 colocações, para a sétima posição, em boa parte devido aos investimentos de longo prazo em diversificação e desempenho econômico.

Também no Outlook, todas as cidades brasileiras perderam posições. São Paulo surge na 123ª colocação, Rio de Janeiro em 125º lugar, Belo Horizonte em 133º, Porto Alegre em 134º e Salvador em 138º.

Na visão da Kearney, apesar da grande atividade econômica, São Paulo foi incapaz de atrair talentos, obtendo notas significativamente baixas no quesito capital humano. Além disso, a cidade também precisa investir em universidades locais.

Os resultados muito mais dinâmicos do GCO, em comparação ao GCI, revelam a acirrada competição entre as cidades para avançar em seus projetos futuros.

COVID-19

Esta edição do Global Cities Report vem na esteira de uma das emergências mais disruptivas da história: a pandemia do COVID-19. A crise impactou todo o ambiente operacional global em níveis nunca imaginados e teve resultados severos nos maiores centros urbanos do mundo.

Por isso, o estudo este ano representa uma avaliação um pouco diferente. Como sempre, ele traz o Global Cities Index (GCI) e o Global Cities Outlook (GCO), que juntos proveem uma análise compreensiva do desempenho e das projeções para as principais cidades do mundo. Como o levantamento considerou dados anteriores à pandemia, ele representa uma fotografia de onde as cidades estavam em um passado recente, mas muito diferente. O relatório deste ano dá aos líderes um ponto de referência para entender de onde vieram à medida que se preparam para um futuro jamais visto.

A crise trazida este ano pelo COVID-19 mudou cenários em todo o mundo e, muito provavelmente, as cidades nunca mais retomem seus modelos anteriores. “Esse movimento representa uma oportunidade ímpar para que os líderes em todo o mundo transformem o ambiente urbano em algo mais sustentável, mais resiliente e menos desigual”, diz Mehta. O estudo da Kearney sugere que investimentos estratégicos e vontade política em áreas-chave podem acelerar o progresso de maneira nunca vista antes. “É necessário vincular o planejamento urbano às necessidades econômicas e sociais e às tendências de longo prazo, como as questões climáticas”, analisa, destacando que esse movimento deve ser rápido, pois a janela de oportunidade é estreita.

Clique aqui para ver a íntegra do estudo Global Cities 2019

 

Sobre a Kearney
A Kearney é uma das maiores consultorias globais de gestão estratégica. Com presença em mais de 40 países, nossas pessoas nos fazem quem somos. Desde 1926, somos consultores de confiança das maiores organizações do mundo. A Kearney é uma empresa detida por sócios e tem o compromisso de ajudar clientes a alcançarem impacto imediato e aumentarem a vantagem relacionada às suas questões mais críticas.


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